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Olá, espero que gostem de minhas publicações. Não esperem obras de arte, afinal, não sou artista. Sou alguém inundado de sentimentos e pensamentos. E aqui, meu universo interior será exposto em palavras, muitas vezes não muito bonitas, mas sinceras... Obrigado!!!!

sábado, 2 de junho de 2012

Um Tributo à Legião Urbana




Assistindo o Tributo à Legião Urbana, sou ejaculado a um passado distante, especificamente ao dia 11 de outubro de 1996.Na época residia na capital paulista, estava no ônibus com uma amiga; de repente entra um estudante com uma mochila nas costas e com uma camiseta escrita “Legião Urbana”.Lágrimas percorriam seu rosto e uma pessoa próxima disse: “ O Renato se foi, é uma pena”!Eu fiquei meio sem entender. Achei que algum amigo deles que tinha falecido. Sheila, minha amiga, disse: “ É uma pena mesmo, nossa, estou muito triste”!Ingênuo, perguntei: “Você conhecia o Renato?” Ela com os olhos lacrimejando, me explicou quem era essa tal pessoa, por qual todos estavam de luto.Percebi que se tratava de uma pessoa diferente. O tal Renato, era o líder de uma verdadeira “Legião Urbana”.Desde então, cresci ouvindo essa banda, e cada música, me transmitia o que sentia naquele momento.Ao longo do tempo sempre considerei o João Roberto o maioral, sim o “nosso Johnny era uma cara legal”, mas por causa de um coração partido...Eduardo e Mônica formam o casal perfeito, até hoje.  João de Santo Cristo é um dos meus heróis  e sinto repugnância da covardia de Jeremias.“Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou”, mas acredito que “o amor tem sempre a porta aberta” e quando chega a primavera, “o que vem é perfeição”.
Aprendi que “é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã, porque se você parar pra pensar”... “Os bons morrem jovens”.Um tributo à Legião Urbana.




Carlos Eduardo Bertin, publicitário sem vocação, quase jornalista, metido à cronista e escritor. 

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